quinta-feira, 21 de junho de 2007

Textos que Falam por Si

"Não quero alguém que morra
de amor por mim... :)
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...
Nem que eu faça a falta que elas me fazem. :D
O importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível... E que esse momento será inesquecível... Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre...
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...
E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... e não brinque com ele.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz...
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será
outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Que a esperança nunca me pareça um "não" que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como "sim".
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros...
Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim..."

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Do profile de εїз Pâ & RaFa εїз .

Não a conheço, mas certamente tem um ótimo gosto para textos.

Dia Mundial da Nostalgia

É dia de saudade, de ter o tolo pensamento de quando era antes, era melhor. Pensamento que vai continuar até o fim de nossos dias. Nossos pais tem esses pensamentos, nossos avós também... Tudo na "nossa época" sempre era melhor... Falamos como se já estivessimos mortos.

Tenho tido saudade de tudo ultimamente, saudade de escrever aqui, mas escrever direito, ter inspiração. Saudade dos tempos de criança, saudade das semanas à toa na escola, saudade de saber andar aos arredores de onde você mora, ou talvez até um pouquinho mais além...Saudade dos tempos que era uma "devoradora de livros", saudade das intermináveis, mas ao mesmo tempo curtas, tardes de sábado na casa do Biel fazendo qualquer coisa, enquanto nossas mães estavam na escolinha, qualquer, qualquer coisa nos distraia: figuras de ação (vulgo-bonequinhos *-*; te amo Biel), "Fortuna", "Aventura na Selva", sem falar no Zelda. Talvez até hoje eu ache o Link meu príncipe encantado. Ignorem.

Qualquer dia eu volto pra escrever algo decente, aguardem. Prometo fazer algo decente...

Foi mais pra lembrar como é a sensação

Sabe como é....

É dia de saudade.

domingo, 10 de junho de 2007

O Pesadelo

Terei de citar os detalhes mais estúpidos, pois não me lembro de nada com muita clareza.

Fazia um dia claro, e eu estava na sala, assistindo um filme muito similar a "Homem-Aranha", porém com um toque de "Guerra dos Mundos". Estava com um cara com quem provavelmente tinha uma relação muito próxima, pois me sentia incrívelmente bem e protegida deitada em seu colo. É uma pena eu não lembrar de seu rosto, recordo-me apenas de vagos detalhes, como de ser apenas um pouco mais alto que eu, cabelos escuros e a pele incrívelmente alva, e também um sorriso magnífico. Lembro-me de perguntá-lo que horas ele tinha que ir, e ele respondeu sorrindo:

-Amanhã...

Um tempo depois do filme terminado, falamos com algumas pessoas no msn e saímos para comprar nossos ingressos pro show da The Verve
[?], até aí tudo bem; o problema foi ao chegar ao tal lugar. Era muito, muito escuro, desconfortávelmente escuro. Parecia algum lugar de interior: o chão era de terra e as poucas casas ao redor eram extremamente simples. Todos tinhamos que segurar velas para iluminação e logo, o local se assemelhava a uma procissão. Minha vela insistia em apagar e eu havia me perdido de meu companheiro, o que desperta uma de minhas grandes fobias.
As pessoas comentavam que era tudo armação e obviamente aquele não era o local. Tanto que haviam pessoas que foram parar lá por outros motivos. Acima da interminável ladeira que subíamos, haviam alguns escombros, não sei, só lembro de algumas pequenas salas, e uma não tinha mais teto. As pessoas faziam uma imensa fila única encostando-se nas paredes. O curioso e mórbido fato era que no meio dessa sala sem teto havia uma forca.
Dentre as minhas inúmeras tentativas de acender minha vela novamente, encontrei meu companheiro. Ele me abraçou, me protegendo, eu me encontrava já em estado de total desespero. Lembro-me de implorar-lhe pelo seu celular, e puxá-lo pela mão, correndo na direção contrária, tentando ligar para alguém. A única referência que tinhamos do lugar era "depois do ponto final do Uruguaiana" . Depois de fazer o caminho contrário, encontramos um local semelhante a um bar e...

Eu despertei, ainda de olhos fechados. Tive a sensação que eles pareciam ter se relutado em abrir esse tempo . Abri-os com o barulho da TV da sala, propositalmente alta para me acordar, e um trovão mediano. As condições de luz eram perfeitas: já passava de meio-dia, mas parecia ser seis horas da manhã. Adorável.
Respirei fundo, me levantei e fui tomar um copo de leite.


Não comam antes de dormir.

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Gestos Biológicos Numa Sexta Mágica

Essa sexta-feira precisava de um post aqui :D

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Sabe aquele dia que você não dá nada por ele, mas acaba valendo a semana inteira?Aquele dia que você ingenua e rotineiramente pensa que vai ser apenas mais um para completar a semana, com os mesmos rostos, as mesmas conversas, as mesmas agonias... Porém, de repente, se torna em um dia mágico, onde tudo parece dar certo?

É o que eu diria dessa sexta-feira. Sem sombra de dúvidas.

Tudo começou como sempre, o John Mayer começou a cantar pra me acordar, e eu não queria, dessa vez os colorados não me deixaram dormir. Minha mãe apareceu no quarto às 7, avisando da hora (não sei porquê, ela nunca faz isso), levantei, me vesti: normal. Tomei um susto quando fui tomar café, o céu tava branco de neblina,me apavorei um pouco ao pensar do que vai ser de mim no inverno...Depois de tomar meu toddy bem gostoso,escovei os dentes, me despedi de meus pais...Digamos que eu saí de casa razoavelmente mais cedo...Tá, não importa.
Os primeiros momentos no colégio foram bem normais, sentei no lugar de sempre, fiquei ouvindo a Karol contar do jogo de ontem a aula de geografia inteira. Depois veio a aula de matemática, finalmente a matéria nova, acho que nem a professora aguentava mais geometria espacial. Quase dormi.
Depois física, trabalho, normal.Prova semana que vem. Bateu um desespero. Mas acho que vai tá mais pro lado teórico das coisas (ou melhor, das ondas), já que ultimamente a única coisa que a gente têm visto em física são teorias e mais teorias a respeito de ondas de tudo quanto é tipo.
O recreio foi até menos interessante que o normal. Nos martirizamos na frente do bar, pensando que poderíamos estar comendo todas aquelas coxinhas... Falamos sobre coisas sem importância, como sempre.
Aula de inglês? Nem vi passar. Nem sei o que fiz durante também.

De uns mêses pra cá, as aulas de Biologia se tornaram incrivelmente divertidas. Provavelmente por causa dos gestos esquisitos e das comparações inusitadas que a professora faz ao explicar a matéria, que acabam virando bordões entre a galera do fundão. Bem, essa não foi diferente. Depois de ter que copiar algumas coisas no caderno, finalmente tivemos a aula com os bonecos anatômicos. E quem prestou atenção ao redor, não conseguiu segurar o riso com o Lima tentando segurar os olhos pra se manter acordado, o detalhe curioso é que ele trouxe consigo um travesseiro para a aula. O Jamil tombando a cabeça de tanto sono... Era fácil perceber quem tinha ido ao Beira-Rio na noite anterior.
Já quase no final da aula, tive que aguentar de novo que eu sou cdf só porque tenho curiosidade no assunto e já sabia um bocado daquela matéria aos 9 anos de idade. Mas até que eu me surpreendi um pouco, pois não me lembrava muito bem a posição de alguns órgãos (na verdade, confundi a localização do aparelho digestivo com o do aparelho respiratório: sempre pensei que fosse ao contrário), e descobri que o fígado não é um órgão, e sim uma glândula. Vou até checar a minha fonte depois pra ver se eu aprendi errado ou apenas não me lembrava...
Em todo o caso, recebi um abraço caloroso de uma pessoa com o qual não falava muito bem durante essa semana, e dessa vez, sinceramente não tinha motivo (bom se tinha, não foi eu que pensei). Descemos as escadas do laboratório abraçados, e nos falamos como nos velhos tempos de uma amizade como eu nunca tinha pensado encontrar (;D - Eu sei que tu tá lendo seu besta --', muito feliz por ti ;D) ...
De qualquer forma, foi boa a sensação de que nem tudo está perdido ainda.
Fiquei mais um pouquinho no colégio com a Lizi, pra fazer-la compania. E graças a Deus, tudo correu bem (Muito feliz por vocês dois :* ♥). Ainda fiquei mais um pouquinho fazendo compania pra Karol, que estava esperando o pai dela. O problema foi ao chegar em casa, pois eu tinha esquecido o celular, e a minha mãe....Bem, eu não tô aqui pra falar disso.

Vi um filme ótimo com a Queen Latifah. Ao levantar da cama, me senti tão bem. E olha que o meu cabelo tava meio bagunçado, eu usava apenas a calça jeans mais guerreira que eu tenho, minhas meias do brasil (as favoritas), e uma blusa marrom bem desprovida de estilo. Mas eu me senti tão bem... Bastou olhar no espelho: meu sorriso branquinho e eu me sentia capaz de tudo naquele momento. Foi uma sensação boa. Boa demais.

Além de tudo, ainda consegui fazer chapinha sozinha. A chave da questão não é nem ter conseguido fazer, mas conseguido terminar... Quem conhece, sabe.

Aah! Sabe do que mais?Quando meu pai chegou em casa, me deu uma Nha Benta (:9).

-Salve 8 de junho.

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Dedicado à prima Livia, que completa os tão sonhados 18 anos hoje;
e a dinda, Luciana.
Amo muito vocês, mesmo estando longe.

Distância nem importa mesmo....

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Apenas Tente

Ahh! E o que dizer daquele que me mostrou o que era química de primeiro momento?
Eu fui àquela festa esperando não encontrar nada demais. Apenas dançar, dar uma azarada... Nada muito fora do normal, mas é lógico, eu queria aproveitar como eu não costumava aproveitar, nunca.
Há aqueles que digam que eu estava um bocado irreconhecível naquele lugar. Eu diria que só estava um pouco mais "teen" do que o normal.
Gostaria de ter aproveitado mais aquela festa, aquele lugar, ele. Ó.

Eu já estava um bocado cansada, pois nunca tinha ficado até tão tarde numa festa. Era uma sexta, eu tinha tido aula e não havia dormido à tarde. Eu dançava, dançava, dançava...
Até que de repente senti um braço envolvendo minha cintura, não me importei, já tinha acontecido algumas vezes aquela noite. Continuei dançando como se ele não estivesse ali. Achava um máximo a coreografia dos integrantes no palco.Comecei a me introsar um pouco mais com o indivíduo atrás de mim. Tomei um susto enorme ao encostar o seu braço direito, pois ele estava de braço engessado.Ele riu.
A música acabou, todos bateram palmas. A música nova começou. Ele me virou. Retruquei logo:

-Eu não sei dançar isso.
-Ah, eu também não.

Mal podia olhar o seu rosto direito, a luz estava toda focada no palco, tudo que eu conseguia ver era devido ao reflexo esverdeado de alguns holofotes. Eu também estava com vergonha demais pra olhar nos olhos dele.
Começamos a arriscar alguns passos, não deu muito certo, eu sou um desastre. Ele me perguntou no meu ouvido o meu nome, eu disse e perguntei o dele. Ele respondeu sorrindo, e nos olhamos nos olhos durante alguns segundos.

-Você é muito linda.

Que gentil ele era. Tudo bem que ele não conseguiu esconder o espanto ao saber a minha idade, mas não tinha problema, ele disse. Continuamos dançando, a química era óbvia entre nós. Nos beijamos, nos beijamos e nos beijamos... A música acabou . Ficamos rindo, ainda abraçados aplaudimos. Dançamos a próxima como um casalsinho de namorados. Ele me passou o aparelho celular dele e pediu pra que eu colocasse meu telefone.

-Mas eu não sei
-Como não sabe?
-Eu nunca decorei

Contei pra ele que não era de Porto Alegre. Não era nem do Rio Grande do Sul. Ele parece ter gostado mais ainda, pude ver o brilho nos seus olhos ao ouvir "Rio de Janeiro".

-E o seu orkut? Qualquer coisa.... Eu preciso te achar.
-Ah, eu não sei te explicar...
-Tem símbolos?
-Tem...
Já passavam das 3 da manhã, o pai da minha amiga me ligou, mas eu nem senti o celular vibrar, eu só sabia que eu tinha que ir, ele não quis deixar. Soltmos as mãos como numa cena de filme, não quis nem olhar ele desaparecer dentre a multidão. Fui suspirando até um lugar mais calmo que ficava no banheiro feminino e vi as três ligações perdidas.

Até agora me arrependo de não saber o meu celular de cór ou de ter colocado símbolos no meu orkut. Quem sabe um dia a gente se esbarre por aí.

Seria divertido.

sábado, 2 de junho de 2007

Olhando por Cima do Ombro

01/06/2007 - 23:10h

→ Antes de começar, queria agradecer os elogios que recebi à respeito do blog.
São tão bons, e me animaram tanto, que me fazem querer escrever cada vez mais.Mas, escrever sobre o quê? Determinados assuntos, é claro, devem morrer entre eu e minha conciência, e quem sabe serem lembrados como um morto no dia de finados lá naqueles períodos de segunda feira (♥)

Resolvi ler o que tinha escrito na minha agenda desse ano (que, aliás, continua atrasada) e tive incontáveis arrepios:

Relembrar o dia em que relembrei John Mayer com o perfeito visual da praia que fica na divisão entre Ipanema e Arpoador foi quase um orgasmo.
Há também dias como um certo 18 de março, o qual eu já nem me lembrava tão bem. Mas bastou bater os olhos no rodapé para que a lembrança do dia passasse diante de mim como a cena filme em câmera lenta. Os sons que ouvi, os rostos que vi, as risadas que dei, a felicidade que senti me pareceram sentidas a poucos dias atrás.
Reler tudo aquilo que passei nas férias de verão me trouxe uma saudade, que em julho do ano passado era impossível controlar. Lembrar das incríveis semanas que passei na casa de minha prima Bárbara me fez pensar que mesmo que a gente sinta saudade da infância de vez enquando, não paramos para perceber em como nós aproveitamos a vida de jeitos diferentes do que quando éramos apenas crianças brincando na casa da avó durante os almoços de domingo. Os anos que a gente sempre torceu para que chegassem logo. Ir para festas sem os pais, poder assistir um filme com censura no cinema eram feitos que faziam meus olhinhos brilharem, e mais algumas outras coisas, mas prefiro tratar disso em alguma outra postagem.

Acho que todos concordam que 2007 se assemelha a um punhado de areia em mãos abertas: voa.Desliza entre nossos dedos rapidamente e não há simplismente nada que possamos fazer à respeito.

E a areia está deslizando cada vez mais rápido, o vento sopra cada vez mais forte....

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Atos da Madrugada

~escrito 31/05/2007; 23:42

A escolha do nome do blog talvez tenha sido um dos atos mais inconcientes cometidos na minha vida.Como?Eu explico...

Nas últimas semanas eu simplismente transito entre caminhos,perspectivas de vida, ou horizontes(poeticamente falando), sem uma explicação lógica: eu simplismente fui .Como os átomos no estudo da física quântica.Bem, esse é mais o menos o conceito que eu tenho de física quântica, mas se não for exatamente isso, usemos da licença poética (urgh).

Como dizia mesmo?

Oh, sim.Os pulinhos... Talvez isso tudo tenha haver com aquela velha história de bater na mesma tecla (sendo que a tecla no caso nem era a do teclado...Bem,deixemos isso de lado).Afinal, são 170 meses batendo na mesma maldita tecla.

Ó. Jovem em busca de vida. Em busca de ter o que contar...

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Essa história de blog novo me incentivou além do que eu queria, pois eu deveria estar dormindo e as frases e orações surgem como chuva em período de estiagem.
O que é engraçado, pois em sã consiência, eu nunca levantaria a essa hora para não esquecer determinada frase, e acabo por escrever um post inteiro.Eu sempre tive muita preguiça de escrever.Por esse mesmo fator, digamos que a grande maioria que depende disso está um bocado atrasada: a minha agenda - não escrevo a 11 dias, os cadernos do colégio - difícilmente não tem alguma coisa faltando, mas todo mundo sabe que isso não faz de mim uma má aluna.

E o blog.

Eu teria escrito bastante se eu tivesse a manha de conseguir escrever no caderno e depois passar pra internet (exatamente como estou fazendo agora, mas não esqueçam do meu período quântico). Mas como se diz aqui no Rio Grande do Sul:

-é muita mão...

Teorizando: se me cobram um texto novo, certamente irão reclamar da demora,porém, não se arrependerão da espera.


Tenham uma boa (inserir período do dia).