terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Amostra da seção 1 - Minha identidade

SOL EM LIBRA, ASCENDENTE EM GÊMEOS - HUMANITARISMO

Você, Natália, fruto da combinação do refinado Sol em Libra com o intelectualizado ascendente em Gêmeos, tem duas principais características que chamam a atenção logo de cara:

A primeira diz respeito ao seu interesse ativo por questões de ordem social, ao seu notável humanismo que lhe leva a apostar no potencial mais elevado do ser humano. Tanto Gêmeos quanto Libra são dois signos humanos, do elemento Ar, e esta é uma combinação que garante uma mente privilegiada, alguém dotado de profundo senso de justiça e que utiliza a função do pensamento e da razão para entender o mundo circundante, e para clarear os problemas.

A segunda característica diz respeito ao seu lado cultural e intelectual, provavelmente muito forte, podendo predispor-se ao artístico, sentindo afinidade com o universo da literatura e do saber. O conhecimento lhe fascina, você percebe a liberdade que ele traz.

Como é uma pessoa muito cerebral e idealista, pode se chocar com as manifestações mais animalescas e primitivas do ser humano. Você, Natália, é alguém que utiliza mais as funções do córtex cerebral do que da raiva e das emoções, o que pode parecer contraditório, pois na superfície você pode transmitir algo de romântico e doce. O que ocorre é que os signos de Ar são, em geral, corteses e civilizados, o que não significa que sejam realmente emotivos. Pode ser portar até mesmo de uma maneira um tanto quanto fria, que choca os outros, mas esta "frieza" é antes um desejo de fazer justiça do que ausência de emoções propriamente dita.

Socialmente falando, você tem um comportamento de borboleta: joga charme pra todos os cantos, e pousa de flor em flor. Sabe ser uma pessoa sedutora, mas precisa tomar um pouco de cuidado com uma tendência a ficar jogando demais. Nem todas as relações humanas demandam tanta elaboração e articulação, as coisas podem ser mais simples! Às vezes nem você nota que está jogando, por isso atenção!

******

-Me pegaram.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Para Sempre Tua (A Despedida)


Posso quase sentir a força da tua mão ainda segurando a minha. Tua risada ainda ecoa pela casa vazia. Teu perfume ainda está nas minhas roupas, nossas fotos ainda estão na câmera. Sua expressão séria ainda me aparece como vulto (chego a me assustar pensando que estás do meu lado de novo). Todas aquelas juras de amor ao pé do ouvido ainda ecoam nos meus ouvidos, como uma música não se consegue parar de ouvir. O cd que você escolheu pra ouvirmos de tarde ainda está no rádio. Você vai rir, mas você esqueceu aquele seu anel que eu vivia roubando do seu dedo aqui em casa, bem do ladinho do computador... Foi de propósito? Se foi, nem adiantou, porque não cabe nos meus dedos magros, mas se foi mesmo, não tem problema , eu uso no meu cordão, sempre achei bonito.E se não foi, bem agora já era, roubei de verdade (haha). E você, viu a surpresa que eu deixei para você? Espero que não tenha se importado, mas acho muito simbólico mensagens escritas em livros.
O ingresso do show que fomos também está comigo, os dois; não sei porque não levou o seu! Tô mandando junto, não preciso de dois.

Nem parece que você foi embora não faz nem 24 horas, tua presença aqui ainda é tão constante... Já cheguei a pensar que você tinha se perdido no bairro de novo, como daquela vez que você disse "vou lá embaixo procurar um jornaleiro aberto e já volto" e eu tive que ir buscá-lo a alguns quarteirões de casa...

E aí, já sabe quando volta? Sinto muito sua falta...

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

O Príncipe Encantado

Não preciso dizer que ele vai ser belo, gentil, educado, romântico.
Eu sei que ele vai contar comigo pra qualquer coisa, e não simplismente por o poder fazer, mas porque terá a mim, e isso basta. E eu também terei a ajuda dele a qualquer momento que eu precisar.
E apesar de disfarçar bem, terá bem no fundo, uma certa timidez perante meus pais, que acharão graça. E com isso, poderá aparecer na minha casa no meio da noite se eu precisar, e eu poderei ir atrás dele na madrugada se ele tiver algum problema.
Vai ter um sorriso encantador, ah isso sim! E se Deus quiser, estaremos sempre rindo...
Ele vai me arrastar para as máquinas de 3x4 para tirarmos fotos engraçadas.
Vai me apresentar aos seus amigos mesmo que eu esteja descabelada, por mais que eu o odeie por isso ; Mas no fundo eu sei que ele só faz isso pra provar que ele gosta de mim.

É claro, teremos a nossa música, aquela de fazer a pele arrepiar e os pensamentos desaparecerem. Aquela que vamos planejar tocar no nosso casamento, aquela que vai fazer nos arrependermos quando brigarmos.

Precisa dizer que ele só vai ter olhos pra mim? Precisa! Pode até ser que ciúme faça parte, mas eu prefiro dizer que "eu gosto de ter certeza do que é meu".
A mãe dele vai adorar a minha mãe, e vice-versa. O meu pai vai adorar o pai dele, e vice-versa. (haha)
Os meus amigos serão amigos dele também, e os amigos dele vão me adorar; pra não ter problema. Quando sairmos todos, seremos um bando único de amigos, não precisa melação. Quero dizer, é um pouco desagradável pros amigos (solteiros) quando em um grupo, tem um casal meloso. Tudo tem hora né, não dá pra ficar de melação em qualquer lugar: pra isso temos o cinema, os shows de música ao vivo, os parques, e por aí vai...

Não dá pra pensar em tudo também, porque além de tudo isso, ele terá o elemento-surpresa.

UAU!


Tá, vou contar a verdade, se eu listar tudo, eu vou ficar listando até o fim dos tempos.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Vago das Onze e Meia

Vontade súbita de escrever; "Depois desse feriado, já nem me lembro mais como é a minha letra..." , pensei à beira da cama.

Bate aquele aperto no coração, chamam de remorso . Tudo que está errado a sua volta é culpa sua, em estados extremos, pensas que é inteiramente sua. Se você tivesse feito de tal jeito, e não desse, teria sido melhor. Por isso odeio meus impulsos. Ah! Essa angústia que me aperta o peito e não me deixa dormir! Deixa-me dormir, angústia! Me deixa e vai embora com o amanhã, ele sim te levará embora!
O amanhã sempre será diferente.
Queria poder simplesmente deitar a cabeça no travesseiro instantâneamente, ao invés de sonhar acordada! Sem a senhora, minha cara Dona Angústia, sussurrando em meu ouvido histórias de terror, ansiando por meus pesadelos...


P.S. Desabafo sincerto, mas não solitário.

sábado, 15 de setembro de 2007

Lembrete Modernizado.

Atos, fotos, lugares, pessoas... Tudo inteiramente espontâneo. Uns se dão bem, outros não. Às vezes é bem vinda essa tal de espontaniedade, às vezes, não.

Ontem à tarde, fui à bienal da arte moderna sulamericana, 3 lugares simultâneos. Mas eu não estava sozinha, claro que não. E não é porquê eu não sei andar no centro da cidade sozinha, e sim pois, bem, eram os meus melhores amigos.

Vergonha no Mc Donald's, frases sem sentido algum, pernaspraquêtequero e por aí vai.

Sim, eu vou fazer uma coisa melhor, este aqui vale como lembrete.

*"Atenção, Entrada Somente Para Pessoas Autorizadas"
vai sair, prometo.

*http://www.webletras.com.br/letra_2.asp?musica=339775

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Íntimo e Pessoal

Não, não é o filme da Michelle Pfeiffer.
Você com certeza me achará careta após ler isso, ou terá certeza sobre as coisas das quais eu falei no post anterior.

Já devia passar da meia noite, estava deitada na minha cama, não conseguia dormir. Levantei-me, acendi a luz para procurar algo no qual eu pudesse escutar música. Meu mp3 estava sem bateria, pra variar. Resolvi arrancar meu discman das teias de aranha (modo de falar), mas...Que cd ouvir? Ajoelhei-me diante das minhas três pequeninas prateleiras e fui passando os dedos: só lembranças de criança. Quando achei o cd da trilha sonora de uma das minhas novelas favoritas "O Beijo do Vampiro", peguei aquele mesmo. Muitas coisas que eu não ouvia faz muito tempo: Titãs, Adriana Calcanhoto, Maurício Manieri, Pato Fu e até o Fábio Jr. Apesar de já der pirado com a faixa n° 3, foi quando a n° 8 começou a tocar que eu perdi os sentidos completamente. Eu sempre gostei muito de Vinicius de Moraes, lembro-me de sempre furtar o livro "Soneto de Fidelidade e Outros Poemas" da primeira gaveta do criado-mudo do meu pai.
Pois bem, estava lá, ouvindo a música, quando adormeci. Já pode ter alguma idéia do quê aconteceu, não?
Tive uma coisa breve como um sonho, porém curto, mas tão significativo quanto. Sim, tive uma pequena visão do meu casamento. Lá estava eu, no auge dos meus vinte e poucos anos, a mistura de sensações era óbivia de se notar em meu olhar e sorriso. Era festa. Os rostos familiares a minha volta... Sim, dançava essa música, mas por ter sido como um "flash", só me lembro do momento onde eu e meu, agora, marido, estávamos , bem, valsando, se é que se pode assim dizer. Estávamos com os rostos unidos pela ponta do nariz, e era como se ele estivesse cantando a música pra mim, de um jeito íntimo. No momento em que ele dublou o verso "por toda a minha vida...", sorri emocionada, dei uma olhada nas pessoas em volta e...
Acordei. Minha mão repousava sobre meu coração, que ah! como palpitava...

Agora escrevendo, e me lembrando de detalhes mais sórdidos, tive a sensação de já ter sonhado com isso antes. Dizem que quando você sonha muitas vezes com a mesma coisa, ela acontece...

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Falso Prólogo

Engraçado os momentos quando você pára pra pensar na sua vida, seja passado, presente ou futuro.Eu me sinto tão madura tirando conclusões de coisas que já me aconteceram, e a felicidade e o brilho nos olhos sonhando com um futuro bem sucedido é um sensação inigualável, singela, porém extremamente significante.
Me peguei pensando nas (falsas) promessas de amor que recebi, esse ano. E olha que ao meu ver, não foram poucas. Sim, falsas, mas um número preocupante. Talvez até não eram falsas ao momento, mas com certeza não era em amor que se pensava, ou talvez minha visão de amor seja complexa demais para os porto-alegrenses, brasileiros, terráqueos...
É incrível como todas, repito todas as pobres almas que decidiram,hum, "se declarar" pra mim, em um punhado de dias, não falaram mais comigo.
Talvez as pessoas gostem de ser iludidas.Que medíocre.

Mudando completamente de assunto, esse é um dos motivos que me irritam muito em minha escrita, falando abertamente com você, caro leitor (ah, me senti Machado de Assis, desculpe). Eu me contradigo demais. Coisas astrais, ou quem sabe pscicológias, ou talvez... Pronto, começou.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

->

http://leowroblewski.blogspot.com/2007/08/evening-sun.html

Eu li escutando 'Love is a Losing Game' da Amy Winehouse;
mas você também pode escutar 'Evening Sun' dos Strokes;

-Faz sentido não?!

Bem, a escolha é sua.

Volto essa semana ainda, pretendo escrever 2 textos.

sábado, 11 de agosto de 2007

Pobre Teclado

"Não, não quero"
Ótimo primeiro pensamento do dia, não? Não. Este pensamento simplismente amaldiçou meu dia por inteiro, minha tarde, melhor dizendo.
Acordei às 11:30, como de costume aos sábados, minha garganta arranhava e ardia, sinal de que o meu resfriado começara a piorar. Como não queria abandonar o quentinho da cama, apenas liguei a tv e fiquei assistindo qualquer coisa, mesmo com todas as tentativas dos meus pais de me fazer sair da cama. Já devia ser meio-dia e meu pai me chamou pra me fazer alguma coisa. Era mentira, só pra eu levantar. Troquei de roupa, arrumei minha cama. Não ia tomar café da manhã, mas a minha garganta arranhava demais, não resisti ao chocolate quente. Depois fiquei aguardando o almoço, adivinha só, vendo tv, dessa vez na sala. Até dei uma olhada em uns livros, mas quando eu finalmente resolvi ler, minha mãe me chamou para almoçar. Eu mal tinha acordado e nada tava funcionando do meu jeito, mas não dei muita atenção pra isso.
Às 14:30 eu tinha que ir pro tênis, e hoje eu realmente não estava afim de ir, o que não acontece normalmente. Mas fui.
Chegando lá, graças a Deus não tava tão frio como tem sido ultimamente, meu pai sempre joga primeiro que eu, então, eu tenho que arrumar um jeito de ficar uma hora me distraindo até chegar a minha vez. Geralmente, fico assistindo meu pai jogar, mas ele tava jogando tão bem e eu me senti tão "lixo" que resolvi sair dali antes que... sei lá.
Fui pro "paredão", que eu diria que é uma quadra de squash, só que aberta. Fiquei olhando para aquela enorme parede verde ao invés de começar a bater bola, e quando resolvi tentar, me irritei mais ainda por não conseguir.
"Vou usar isso ao meu favor", pensei. Comecei a dar apenas uma raquetada na bola com toda a força que eu conseguia reunir só pra extravasar a ira. Quando encheu o saco de ficar correndo atrás da bolinha, sentei na arquibancada, apoiando o cotovelo na raquete e conclui :"Bosta de TPM, só pode ser."
Voltei pro jogo do meu pai, que era a unica coisa que havia sobrado pra fazer no momento. Sentei no pequeno espaço da arquibancada do lado de fora que ainda tinha sombra e tive uma feliz surpresa: uma dente-de-leão. Soprei-a sem pensar duas vezes.
"Talvez seja um bom preságio"; conclui em minha consciência. Mas nem com isso a vontade de fazer aula brotava.
Entrei na quadra e sentei-me no banco que tem lá. Peguei o Memórias Póstumas e dei mais uma lida, aí foi quando comecei a fungar como uma viciada em cocaína em síndrome de abstinência. Terrível. Tinha uma expressão terrível também, o professor chegou até a perguntar se tava tudo bem comigo. Percebi ele conversar com meu pai a respeito, mas me enfiei no livro de novo.
Quando o jogo terminou, o Alex (professor) e o meu pai ficaram conversando na minha frente e acabaram por concluir que eu não iria ter um bom aproveitamento da aula. Pelo menos disso eu consegui me livrar.
Voltamos pra casa, como não tinha jogado hoje, deixei meu pai tomar banho primeiro. Quando foi minha vez, fiquei naquela dúvida de lavo-ou-não-lavo-meu-cabelo, resolvi lavar. Consegue adivinhar? Sim, o gás acabou no meio do meu banho. Nada pior pra acontecer quando você precisa lavar o cabelo. Saí do banheiro bufando e praguejando milhares de coisas. Arrumei o banheiro depressa e me joguei na cama por alguns instantes. Lembrei da famosa frase : "Quem canta seus males espanta.", e liguei o computador na mesma hora. Mesmo tendo cantarolado "Because" dos Beatles quase a tarde toda, eu coloquei o cd do Ben Harper, na terceira música, sendo que eu havia pulado a segunda, eu resolvi por colocar uma música daquelas sem moral nenhuma de vida, ao menos que você consiga enxergar moral em algo semelhante à prostituição. E depois de pentear as madeixas, vim pra cá. Aí você já sabe o resto.


Mas o que o teclado tem haver com isso?!
Ah, porque você não sabe o quanto ele apanhou pra que esse texto sair.

Torcendo para que a noite, sozinha em casa, compense a manhã de sábado (que eu não vejo há meses), e a tarde - sem mais descrições pra essa - .

quarta-feira, 4 de julho de 2007

E ao Som de Little Sister...

Falta de assunto... Mas precisava de alguém pra conversar, jogar conversa fora. Quem melhor que meu bixcoitxénho? *-*

ok, sem introduções estúpidas.

-

É, sério mesmo, não sei mais o que escrever aqui. Cansei de escrever por desilusões com o amor, já sei que é carma de 98% das garotas, afinal, somos nós as iludidas com contos de fada desde cedo.
Cansei também de falar de saudade. Aprendi nesse quase um ano morando longe de toda a minha família que a saudade é um sentimento que não dá pra ser deixado de lado, você simplismente convive com ele - mas isso todo mundo já sabe.
Também não quero contar de forma poética como foi o meu dia hoje. Tudo se resume a uma maravilhosa missa de fim de semestre no colégio, uma sensação boa de oxigênio úmido e puro batendo no meu colo no caminho de volta pra casa, algumas mensagens no meu celular e algumas coisas estranhas no orkut. O que tem de poético nisso? Nada.
Talvez contasse do bem que me faz quando as pessoas seguem um conselho meu, e se dão bem. E não fique achando que eu seja a dona da verdade mesquinha ou algo do tipo. Sem comentários sobre esse último período.
Ah, falar de coisas novas? Bem, comecei minhas aulas de tênis no último final de semana. Minha performace foi vergonhosa. Mas o professor até disse que eu fui bem pro meu pai. Claro né, ele não quer que eu saia das aulas. Tênis é um esporte bom, trabalha todos os músculos do corpo e te deixa gostosa(o). Óbvio que eu vou continuar.
Eu até tive um final de semana incrível. Fui no teatro, ri com amigas minhas. Mas também não há nada de muito "quântico" nisso. Além, é claro, da performace de Ingrid Guimarães e Heloíssa Perissè; tanto que o quadro que eu achava mais sem graça no dvd, se tornou o mais engraçado na hora. Talvez pelo fato de que era o único em que nós não haviamos praticamente decorado as falas.

Maldita hora que eu fui assistir o clipe de Go With The Flow. Agora quase uma fã deles. E tudo, tudo isso foi escrito ao som de Little Sister.
Desculpem, é mais forte que eu, que a lizi e que a gabi. (6)
Maldita....Maldita...

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Textos que Falam por Si

"Não quero alguém que morra
de amor por mim... :)
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...
Nem que eu faça a falta que elas me fazem. :D
O importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível... E que esse momento será inesquecível... Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre...
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...
E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... e não brinque com ele.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz...
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será
outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Que a esperança nunca me pareça um "não" que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como "sim".
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros...
Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim..."

-

Do profile de εїз Pâ & RaFa εїз .

Não a conheço, mas certamente tem um ótimo gosto para textos.

Dia Mundial da Nostalgia

É dia de saudade, de ter o tolo pensamento de quando era antes, era melhor. Pensamento que vai continuar até o fim de nossos dias. Nossos pais tem esses pensamentos, nossos avós também... Tudo na "nossa época" sempre era melhor... Falamos como se já estivessimos mortos.

Tenho tido saudade de tudo ultimamente, saudade de escrever aqui, mas escrever direito, ter inspiração. Saudade dos tempos de criança, saudade das semanas à toa na escola, saudade de saber andar aos arredores de onde você mora, ou talvez até um pouquinho mais além...Saudade dos tempos que era uma "devoradora de livros", saudade das intermináveis, mas ao mesmo tempo curtas, tardes de sábado na casa do Biel fazendo qualquer coisa, enquanto nossas mães estavam na escolinha, qualquer, qualquer coisa nos distraia: figuras de ação (vulgo-bonequinhos *-*; te amo Biel), "Fortuna", "Aventura na Selva", sem falar no Zelda. Talvez até hoje eu ache o Link meu príncipe encantado. Ignorem.

Qualquer dia eu volto pra escrever algo decente, aguardem. Prometo fazer algo decente...

Foi mais pra lembrar como é a sensação

Sabe como é....

É dia de saudade.

domingo, 10 de junho de 2007

O Pesadelo

Terei de citar os detalhes mais estúpidos, pois não me lembro de nada com muita clareza.

Fazia um dia claro, e eu estava na sala, assistindo um filme muito similar a "Homem-Aranha", porém com um toque de "Guerra dos Mundos". Estava com um cara com quem provavelmente tinha uma relação muito próxima, pois me sentia incrívelmente bem e protegida deitada em seu colo. É uma pena eu não lembrar de seu rosto, recordo-me apenas de vagos detalhes, como de ser apenas um pouco mais alto que eu, cabelos escuros e a pele incrívelmente alva, e também um sorriso magnífico. Lembro-me de perguntá-lo que horas ele tinha que ir, e ele respondeu sorrindo:

-Amanhã...

Um tempo depois do filme terminado, falamos com algumas pessoas no msn e saímos para comprar nossos ingressos pro show da The Verve
[?], até aí tudo bem; o problema foi ao chegar ao tal lugar. Era muito, muito escuro, desconfortávelmente escuro. Parecia algum lugar de interior: o chão era de terra e as poucas casas ao redor eram extremamente simples. Todos tinhamos que segurar velas para iluminação e logo, o local se assemelhava a uma procissão. Minha vela insistia em apagar e eu havia me perdido de meu companheiro, o que desperta uma de minhas grandes fobias.
As pessoas comentavam que era tudo armação e obviamente aquele não era o local. Tanto que haviam pessoas que foram parar lá por outros motivos. Acima da interminável ladeira que subíamos, haviam alguns escombros, não sei, só lembro de algumas pequenas salas, e uma não tinha mais teto. As pessoas faziam uma imensa fila única encostando-se nas paredes. O curioso e mórbido fato era que no meio dessa sala sem teto havia uma forca.
Dentre as minhas inúmeras tentativas de acender minha vela novamente, encontrei meu companheiro. Ele me abraçou, me protegendo, eu me encontrava já em estado de total desespero. Lembro-me de implorar-lhe pelo seu celular, e puxá-lo pela mão, correndo na direção contrária, tentando ligar para alguém. A única referência que tinhamos do lugar era "depois do ponto final do Uruguaiana" . Depois de fazer o caminho contrário, encontramos um local semelhante a um bar e...

Eu despertei, ainda de olhos fechados. Tive a sensação que eles pareciam ter se relutado em abrir esse tempo . Abri-os com o barulho da TV da sala, propositalmente alta para me acordar, e um trovão mediano. As condições de luz eram perfeitas: já passava de meio-dia, mas parecia ser seis horas da manhã. Adorável.
Respirei fundo, me levantei e fui tomar um copo de leite.


Não comam antes de dormir.

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Gestos Biológicos Numa Sexta Mágica

Essa sexta-feira precisava de um post aqui :D

-

Sabe aquele dia que você não dá nada por ele, mas acaba valendo a semana inteira?Aquele dia que você ingenua e rotineiramente pensa que vai ser apenas mais um para completar a semana, com os mesmos rostos, as mesmas conversas, as mesmas agonias... Porém, de repente, se torna em um dia mágico, onde tudo parece dar certo?

É o que eu diria dessa sexta-feira. Sem sombra de dúvidas.

Tudo começou como sempre, o John Mayer começou a cantar pra me acordar, e eu não queria, dessa vez os colorados não me deixaram dormir. Minha mãe apareceu no quarto às 7, avisando da hora (não sei porquê, ela nunca faz isso), levantei, me vesti: normal. Tomei um susto quando fui tomar café, o céu tava branco de neblina,me apavorei um pouco ao pensar do que vai ser de mim no inverno...Depois de tomar meu toddy bem gostoso,escovei os dentes, me despedi de meus pais...Digamos que eu saí de casa razoavelmente mais cedo...Tá, não importa.
Os primeiros momentos no colégio foram bem normais, sentei no lugar de sempre, fiquei ouvindo a Karol contar do jogo de ontem a aula de geografia inteira. Depois veio a aula de matemática, finalmente a matéria nova, acho que nem a professora aguentava mais geometria espacial. Quase dormi.
Depois física, trabalho, normal.Prova semana que vem. Bateu um desespero. Mas acho que vai tá mais pro lado teórico das coisas (ou melhor, das ondas), já que ultimamente a única coisa que a gente têm visto em física são teorias e mais teorias a respeito de ondas de tudo quanto é tipo.
O recreio foi até menos interessante que o normal. Nos martirizamos na frente do bar, pensando que poderíamos estar comendo todas aquelas coxinhas... Falamos sobre coisas sem importância, como sempre.
Aula de inglês? Nem vi passar. Nem sei o que fiz durante também.

De uns mêses pra cá, as aulas de Biologia se tornaram incrivelmente divertidas. Provavelmente por causa dos gestos esquisitos e das comparações inusitadas que a professora faz ao explicar a matéria, que acabam virando bordões entre a galera do fundão. Bem, essa não foi diferente. Depois de ter que copiar algumas coisas no caderno, finalmente tivemos a aula com os bonecos anatômicos. E quem prestou atenção ao redor, não conseguiu segurar o riso com o Lima tentando segurar os olhos pra se manter acordado, o detalhe curioso é que ele trouxe consigo um travesseiro para a aula. O Jamil tombando a cabeça de tanto sono... Era fácil perceber quem tinha ido ao Beira-Rio na noite anterior.
Já quase no final da aula, tive que aguentar de novo que eu sou cdf só porque tenho curiosidade no assunto e já sabia um bocado daquela matéria aos 9 anos de idade. Mas até que eu me surpreendi um pouco, pois não me lembrava muito bem a posição de alguns órgãos (na verdade, confundi a localização do aparelho digestivo com o do aparelho respiratório: sempre pensei que fosse ao contrário), e descobri que o fígado não é um órgão, e sim uma glândula. Vou até checar a minha fonte depois pra ver se eu aprendi errado ou apenas não me lembrava...
Em todo o caso, recebi um abraço caloroso de uma pessoa com o qual não falava muito bem durante essa semana, e dessa vez, sinceramente não tinha motivo (bom se tinha, não foi eu que pensei). Descemos as escadas do laboratório abraçados, e nos falamos como nos velhos tempos de uma amizade como eu nunca tinha pensado encontrar (;D - Eu sei que tu tá lendo seu besta --', muito feliz por ti ;D) ...
De qualquer forma, foi boa a sensação de que nem tudo está perdido ainda.
Fiquei mais um pouquinho no colégio com a Lizi, pra fazer-la compania. E graças a Deus, tudo correu bem (Muito feliz por vocês dois :* ♥). Ainda fiquei mais um pouquinho fazendo compania pra Karol, que estava esperando o pai dela. O problema foi ao chegar em casa, pois eu tinha esquecido o celular, e a minha mãe....Bem, eu não tô aqui pra falar disso.

Vi um filme ótimo com a Queen Latifah. Ao levantar da cama, me senti tão bem. E olha que o meu cabelo tava meio bagunçado, eu usava apenas a calça jeans mais guerreira que eu tenho, minhas meias do brasil (as favoritas), e uma blusa marrom bem desprovida de estilo. Mas eu me senti tão bem... Bastou olhar no espelho: meu sorriso branquinho e eu me sentia capaz de tudo naquele momento. Foi uma sensação boa. Boa demais.

Além de tudo, ainda consegui fazer chapinha sozinha. A chave da questão não é nem ter conseguido fazer, mas conseguido terminar... Quem conhece, sabe.

Aah! Sabe do que mais?Quando meu pai chegou em casa, me deu uma Nha Benta (:9).

-Salve 8 de junho.

-

Dedicado à prima Livia, que completa os tão sonhados 18 anos hoje;
e a dinda, Luciana.
Amo muito vocês, mesmo estando longe.

Distância nem importa mesmo....

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Apenas Tente

Ahh! E o que dizer daquele que me mostrou o que era química de primeiro momento?
Eu fui àquela festa esperando não encontrar nada demais. Apenas dançar, dar uma azarada... Nada muito fora do normal, mas é lógico, eu queria aproveitar como eu não costumava aproveitar, nunca.
Há aqueles que digam que eu estava um bocado irreconhecível naquele lugar. Eu diria que só estava um pouco mais "teen" do que o normal.
Gostaria de ter aproveitado mais aquela festa, aquele lugar, ele. Ó.

Eu já estava um bocado cansada, pois nunca tinha ficado até tão tarde numa festa. Era uma sexta, eu tinha tido aula e não havia dormido à tarde. Eu dançava, dançava, dançava...
Até que de repente senti um braço envolvendo minha cintura, não me importei, já tinha acontecido algumas vezes aquela noite. Continuei dançando como se ele não estivesse ali. Achava um máximo a coreografia dos integrantes no palco.Comecei a me introsar um pouco mais com o indivíduo atrás de mim. Tomei um susto enorme ao encostar o seu braço direito, pois ele estava de braço engessado.Ele riu.
A música acabou, todos bateram palmas. A música nova começou. Ele me virou. Retruquei logo:

-Eu não sei dançar isso.
-Ah, eu também não.

Mal podia olhar o seu rosto direito, a luz estava toda focada no palco, tudo que eu conseguia ver era devido ao reflexo esverdeado de alguns holofotes. Eu também estava com vergonha demais pra olhar nos olhos dele.
Começamos a arriscar alguns passos, não deu muito certo, eu sou um desastre. Ele me perguntou no meu ouvido o meu nome, eu disse e perguntei o dele. Ele respondeu sorrindo, e nos olhamos nos olhos durante alguns segundos.

-Você é muito linda.

Que gentil ele era. Tudo bem que ele não conseguiu esconder o espanto ao saber a minha idade, mas não tinha problema, ele disse. Continuamos dançando, a química era óbvia entre nós. Nos beijamos, nos beijamos e nos beijamos... A música acabou . Ficamos rindo, ainda abraçados aplaudimos. Dançamos a próxima como um casalsinho de namorados. Ele me passou o aparelho celular dele e pediu pra que eu colocasse meu telefone.

-Mas eu não sei
-Como não sabe?
-Eu nunca decorei

Contei pra ele que não era de Porto Alegre. Não era nem do Rio Grande do Sul. Ele parece ter gostado mais ainda, pude ver o brilho nos seus olhos ao ouvir "Rio de Janeiro".

-E o seu orkut? Qualquer coisa.... Eu preciso te achar.
-Ah, eu não sei te explicar...
-Tem símbolos?
-Tem...
Já passavam das 3 da manhã, o pai da minha amiga me ligou, mas eu nem senti o celular vibrar, eu só sabia que eu tinha que ir, ele não quis deixar. Soltmos as mãos como numa cena de filme, não quis nem olhar ele desaparecer dentre a multidão. Fui suspirando até um lugar mais calmo que ficava no banheiro feminino e vi as três ligações perdidas.

Até agora me arrependo de não saber o meu celular de cór ou de ter colocado símbolos no meu orkut. Quem sabe um dia a gente se esbarre por aí.

Seria divertido.

sábado, 2 de junho de 2007

Olhando por Cima do Ombro

01/06/2007 - 23:10h

→ Antes de começar, queria agradecer os elogios que recebi à respeito do blog.
São tão bons, e me animaram tanto, que me fazem querer escrever cada vez mais.Mas, escrever sobre o quê? Determinados assuntos, é claro, devem morrer entre eu e minha conciência, e quem sabe serem lembrados como um morto no dia de finados lá naqueles períodos de segunda feira (♥)

Resolvi ler o que tinha escrito na minha agenda desse ano (que, aliás, continua atrasada) e tive incontáveis arrepios:

Relembrar o dia em que relembrei John Mayer com o perfeito visual da praia que fica na divisão entre Ipanema e Arpoador foi quase um orgasmo.
Há também dias como um certo 18 de março, o qual eu já nem me lembrava tão bem. Mas bastou bater os olhos no rodapé para que a lembrança do dia passasse diante de mim como a cena filme em câmera lenta. Os sons que ouvi, os rostos que vi, as risadas que dei, a felicidade que senti me pareceram sentidas a poucos dias atrás.
Reler tudo aquilo que passei nas férias de verão me trouxe uma saudade, que em julho do ano passado era impossível controlar. Lembrar das incríveis semanas que passei na casa de minha prima Bárbara me fez pensar que mesmo que a gente sinta saudade da infância de vez enquando, não paramos para perceber em como nós aproveitamos a vida de jeitos diferentes do que quando éramos apenas crianças brincando na casa da avó durante os almoços de domingo. Os anos que a gente sempre torceu para que chegassem logo. Ir para festas sem os pais, poder assistir um filme com censura no cinema eram feitos que faziam meus olhinhos brilharem, e mais algumas outras coisas, mas prefiro tratar disso em alguma outra postagem.

Acho que todos concordam que 2007 se assemelha a um punhado de areia em mãos abertas: voa.Desliza entre nossos dedos rapidamente e não há simplismente nada que possamos fazer à respeito.

E a areia está deslizando cada vez mais rápido, o vento sopra cada vez mais forte....

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Atos da Madrugada

~escrito 31/05/2007; 23:42

A escolha do nome do blog talvez tenha sido um dos atos mais inconcientes cometidos na minha vida.Como?Eu explico...

Nas últimas semanas eu simplismente transito entre caminhos,perspectivas de vida, ou horizontes(poeticamente falando), sem uma explicação lógica: eu simplismente fui .Como os átomos no estudo da física quântica.Bem, esse é mais o menos o conceito que eu tenho de física quântica, mas se não for exatamente isso, usemos da licença poética (urgh).

Como dizia mesmo?

Oh, sim.Os pulinhos... Talvez isso tudo tenha haver com aquela velha história de bater na mesma tecla (sendo que a tecla no caso nem era a do teclado...Bem,deixemos isso de lado).Afinal, são 170 meses batendo na mesma maldita tecla.

Ó. Jovem em busca de vida. Em busca de ter o que contar...

-

Essa história de blog novo me incentivou além do que eu queria, pois eu deveria estar dormindo e as frases e orações surgem como chuva em período de estiagem.
O que é engraçado, pois em sã consiência, eu nunca levantaria a essa hora para não esquecer determinada frase, e acabo por escrever um post inteiro.Eu sempre tive muita preguiça de escrever.Por esse mesmo fator, digamos que a grande maioria que depende disso está um bocado atrasada: a minha agenda - não escrevo a 11 dias, os cadernos do colégio - difícilmente não tem alguma coisa faltando, mas todo mundo sabe que isso não faz de mim uma má aluna.

E o blog.

Eu teria escrito bastante se eu tivesse a manha de conseguir escrever no caderno e depois passar pra internet (exatamente como estou fazendo agora, mas não esqueçam do meu período quântico). Mas como se diz aqui no Rio Grande do Sul:

-é muita mão...

Teorizando: se me cobram um texto novo, certamente irão reclamar da demora,porém, não se arrependerão da espera.


Tenham uma boa (inserir período do dia).

quinta-feira, 31 de maio de 2007

O Novo

E aqui tenho um novo começo.
Quem sabe, levar um pouco mais a sério agora... Talvez seja mais divertido, já que no Last.fm somente a Lizi (:*) e o Leo (:*) ,e desde ontem: a Gabi (:*), podiam comentar. Além do mais, poucas pessoas me incentivavam pelo msn...Custa chegar e dizer:

li teu blog (y)

...Deve custar.


-

E o que dizer das eras sem escrever? Terríveis. Pelo menos pra mim. A última experiência foi extremamente frustrante, mas mesmo assim, disseram que tava legal, era óbvio que era só pra me agradar... Talvez ninguém tenha levado a sério a parte sobre "críticas construtivas".

Ou talvez, nem leram. Desconsiderar, sabe? Uma talento, que a grande maioria das pessoas a minha volta esbanja em abundância. Juro que não é por convívio com a minha pessoa.

O que será que precisava para...voltar a escrever [bem] ? Pensemos...

-Tudo começou com a gota d'água que transbordou do copo, e mais os conselhos do amigo poeta, que aliás, escreve cada vez melhor. Prática né, sempre funciona.
Retomando: Se foi assim que começou, o que eu precisava? Talvez me fazer essa pergunta incessávelmente tenha me desviado dos meus rumos, das minhas linhas de idéias.

É, pode ter sido isso.

Comecei a pensar então, em alguma coisa que pudesse me animar a voltar a escrever.
Mas...Fazer um blog ?! Oras... Que mesmice! Mas talvez sair da mesmice do Last.fm me ajudasse...

Ver novos horizontes é uma coisa que tem me feito bem ultimamente.


Com uma pequena sensação de que isso não está muito atrativo, mas, prosseguimos....



Então é isso aí:

Novos horizontes.
Novo endereço.



.



...E uma nova
Naty, quem sabe ?