Essa sexta-feira
precisava de um post aqui :D
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Sabe aquele dia que você não dá nada por ele, mas acaba valendo a semana inteira?Aquele dia que você ingenua e rotineiramente pensa que vai ser apenas mais um para completar a semana, com os mesmos rostos, as mesmas conversas, as mesmas agonias... Porém, de repente, se torna em um dia mágico, onde
tudo parece dar certo?
É o que eu diria dessa sexta-feira. Sem sombra de dúvidas.
Tudo começou como sempre, o John Mayer começou a cantar pra me acordar, e eu não queria, dessa vez os colorados não me deixaram dormir. Minha mãe apareceu no quarto às 7, avisando da hora (não sei porquê, ela nunca faz isso), levantei, me vesti: normal. Tomei um susto quando fui tomar café, o céu tava branco de neblina,me apavorei um pouco ao pensar do que vai ser de mim no inverno...Depois de tomar meu toddy bem gostoso,escovei os dentes, me despedi de meus pais...Digamos que eu saí de casa razoavelmente mais cedo...Tá, não importa.
Os primeiros momentos no colégio foram bem normais, sentei no lugar de sempre, fiquei ouvindo a Karol contar do jogo de ontem a aula de geografia inteira. Depois veio a aula de matemática, finalmente a matéria nova, acho que nem a professora aguentava mais geometria espacial. Quase dormi.
Depois física, trabalho, normal.Prova semana que vem. Bateu um desespero. Mas acho que vai tá mais pro lado teórico das coisas (ou melhor, das ondas), já que ultimamente a única coisa que a gente têm visto em física são teorias e mais teorias a respeito de ondas de tudo quanto é tipo.
O recreio foi até menos interessante que o normal. Nos martirizamos na frente do bar, pensando que poderíamos estar comendo todas aquelas coxinhas... Falamos sobre coisas sem importância, como sempre.
Aula de inglês? Nem vi passar. Nem sei o que fiz durante também.
De uns mêses pra cá, as aulas de Biologia se tornaram incrivelmente divertidas. Provavelmente por causa dos gestos esquisitos e das comparações inusitadas que a professora faz ao explicar a matéria, que acabam virando bordões entre a galera do fundão. Bem, essa não foi diferente. Depois de ter que copiar algumas coisas no caderno, finalmente tivemos a aula com os bonecos anatômicos. E quem prestou atenção ao redor, não conseguiu segurar o riso com o Lima tentando segurar os olhos pra se manter acordado, o detalhe curioso é que ele trouxe consigo um travesseiro para a aula. O Jamil tombando a cabeça de tanto sono... Era fácil perceber quem tinha ido ao Beira-Rio na noite anterior.
Já quase no final da aula, tive que aguentar de novo que eu sou
cdf só porque tenho curiosidade no assunto e já sabia um bocado daquela matéria aos 9 anos de idade. Mas até que eu me surpreendi um pouco, pois não me lembrava muito bem a posição de alguns órgãos (na verdade, confundi a localização do aparelho digestivo com o do aparelho respiratório: sempre pensei que fosse ao contrário), e descobri que o fígado não é um órgão, e sim uma glândula. Vou até checar a minha fonte depois pra ver se eu aprendi errado ou apenas não me lembrava...
Em todo o caso, recebi um abraço caloroso de uma pessoa com o qual não falava muito bem durante essa semana, e dessa vez, sinceramente não tinha motivo (bom se tinha, não foi eu que pensei). Descemos as escadas do laboratório abraçados, e nos falamos como nos velhos tempos de uma amizade como eu nunca tinha pensado encontrar (;D - Eu sei que tu tá lendo seu besta --', muito feliz por ti ;D) ...
De qualquer forma, foi boa a sensação de que nem tudo está perdido ainda.
Fiquei mais um pouquinho no colégio com a Lizi, pra fazer-la compania. E graças a Deus, tudo correu bem (Muito feliz por vocês dois :* ♥). Ainda fiquei mais um pouquinho fazendo compania pra Karol, que estava esperando o pai dela. O problema foi ao chegar em casa, pois eu tinha esquecido o celular, e a minha mãe....Bem, eu não tô aqui pra falar disso.
Vi um filme ótimo com a Queen Latifah. Ao levantar da cama, me senti tão bem. E olha que o meu cabelo tava meio bagunçado, eu usava apenas a calça jeans mais guerreira que eu tenho, minhas meias do brasil (as favoritas), e uma blusa marrom bem desprovida de estilo. Mas eu me senti
tão bem... Bastou olhar no espelho: meu sorriso branquinho e eu me sentia capaz de tudo naquele momento. Foi uma sensação boa. Boa demais.
Além de tudo, ainda consegui fazer chapinha sozinha. A chave da questão não é nem ter conseguido fazer, mas conseguido
terminar... Quem conhece, sabe.
Aah! Sabe do que mais?Quando meu pai chegou em casa, me deu uma Nha Benta (:9).
-Salve 8 de junho.
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Dedicado à prima Livia, que completa os tão sonhados 18 anos hoje;
e a dinda, Luciana.
Amo muito vocês, mesmo estando longe.Distância nem importa mesmo....